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José Irineu R. Jr.

Motivacional

Autor

jirjr

Engenheiro Florestal de formação, atuando há mais de 20 anos na área de vendas de máquinas pesadas.

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(via 500px / Eyes Water by Eric Esterle)


folhadespaulo:

Fotógrafo registra única menina a caçar com águia-dourada na Mongólia. http://folha.com/no1441428

Foto: Asher Svidensky/Caters News 


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(via 500px / Baby Silverback Gorilla with mom by Alan Shapiro)



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(via 500px / eiffel by gorka orexa)


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(via 500px / Lion Portrait by Denis Roschlau)


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(via 500px / Here Kitty Kitty by Alan Shapiro)


Impossible is a word found only in the dictionary of fools.

Napoléon Bonaparte (via wolfenstain)

indypendenthistory:

A teary-eyed Neil Armstrong photographed by Buzz Aldrin just moments after being the first person to ever step foot on the moon. – Imgur


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(via 500px / Sunset Staredown by Rudi Hulshof)


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(via 500px / Peacock by Steve Mackay)


indypendenthistory:

Arab girl with desert jewels
(North Africa, 1880s)
Photographer unknown


indypendentstars:

Ronald Reagan // AKA Ronald Wilson Reagan Born: 6-Feb-1911 Birthplace: Tampico, IL Died: 5-Jun-2004 Location of death: Los Angeles, CA Cause of death: Pneumonia (via Ronald Reagan Photos)


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The Dark and the Light (by loomstone)


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(via 500px / Lion by Alan Hinchliffe)


cienciahoje:

Além do topo do mundo

Parece que o homem está se preparando para ficar um pouco mais perto dos céus. Calma leitor, estamos falando da construção da Kingdom Tower, prédio que pretende se tornar o mais alto arranha-céu do mundo, com inacreditáveis mil metros de altura  isso mesmo, você não leu errado: um quilômetro inteiro para o alto!  

A construção será bancada pelo ouro negro do Oriente Médio: a Kingdom Tower será construída em Jeddah, na Arábia Saudita. A obra ambiciosa pretende superar de longe o maior arranha-céu existente hoje, o Burj Khalifa, que se localiza nos Emirados Árabes e tem 828 metros de altura.  

Nos últimos anos, o processo de construção do prédio tem despertado dúvidas e o começo das obras foi adiado algumas vezes. Com as obras de fundação já em andamento, no entanto, parece que agora a coisa vai  a data oficial do início da construção do arranha-céu está marcada para 27 de abril. O projeto irá custar mais de 1 bilhão de dólares e será realizado pelas companhias britânicas EC Harris e Mace. O prédio será o centro de uma nova área de Jeddah, a Kingdom City, cujo custo total será de mais de 20 bilhões.

Vale destacar que o projeto original era ainda mais ousado: pretendia atingir mais de 1,5 km  mas a geologia da área arenosa impossibilitou a obra. Mesmo reduzido, o prédio ainda representa um enorme desafio de engenharia. 

Por exemplo, ninguém sabe ainda como será possível bombear concreto à altura necessária para sua construção (serão usados meio milhão de metros cúbicos de concreto e 80 mil toneladas de aço para erguer sua estrutura) ou como os elevadores do prédio funcionarão, já que os equipamentos atuais dificilmente conseguirão cobrir a distância necessária. Se tudo der certo, tais questões serão respondidas, na prática, em breve. 

Leia mais novidades sobre engenharia na página da Ciência Hoje On-line.  


indypendenthistory:

Christian Lebanese women, members of Kataeb Phalangist party, train with weapons on Sept. 9, 1976

(via http://www.npr.org/blogs/pictureshow/2013/01/25/170177873/a-brief-history-of-women-in-combat)


llbwwb:

Walking maned wolf (by Tambako the Jaguar)


folhadespaulo:

A dança das yaôs abre um ritual secreto em municípios do interior da Bahia como Cachoeira, São Feliz, Cruz das Almas e Muritiba onde se pratica o candomblé de escravo. Os terreiros operam rigorosamente com os primeiros candomblés no Brasil. http://uol.com/bddzxr

Foto: Alex Almeida


cienciahoje:

Além do topo do mundo

Parece que o homem está se preparando para ficar um pouco mais perto dos céus. Calma leitor, estamos falando da construção da Kingdom Tower, prédio que pretende se tornar o mais alto arranha-céu do mundo, com inacreditáveis mil metros de altura  isso mesmo, você não leu errado: um quilômetro inteiro para o alto!  

A construção será bancada pelo ouro negro do Oriente Médio: a Kingdom Tower será construída em Jeddah, na Arábia Saudita. A obra ambiciosa pretende superar de longe o maior arranha-céu existente hoje, o Burj Khalifa, que se localiza nos Emirados Árabes e tem 828 metros de altura.  

Nos últimos anos, o processo de construção do prédio tem despertado dúvidas e o começo das obras foi adiado algumas vezes. Com as obras de fundação já em andamento, no entanto, parece que agora a coisa vai  a data oficial do início da construção do arranha-céu está marcada para 27 de abril. O projeto irá custar mais de 1 bilhão de dólares e será realizado pelas companhias britânicas EC Harris e Mace. O prédio será o centro de uma nova área de Jeddah, a Kingdom City, cujo custo total será de mais de 20 bilhões.

Vale destacar que o projeto original era ainda mais ousado: pretendia atingir mais de 1,5 km  mas a geologia da área arenosa impossibilitou a obra. Mesmo reduzido, o prédio ainda representa um enorme desafio de engenharia. 

Por exemplo, ninguém sabe ainda como será possível bombear concreto à altura necessária para sua construção (serão usados meio milhão de metros cúbicos de concreto e 80 mil toneladas de aço para erguer sua estrutura) ou como os elevadores do prédio funcionarão, já que os equipamentos atuais dificilmente conseguirão cobrir a distância necessária. Se tudo der certo, tais questões serão respondidas, na prática, em breve. 

Leia mais novidades sobre engenharia na página da Ciência Hoje On-line.  


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(via 500px / rebellious temper by George Veltchev)


E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?

Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?

E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, – e agora?

Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?

Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!

Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?

Carlos Drummond de Andrade  (via crudelis-mauvais)

cienciahoje:

Tintas do tempo

Muitas fotografias e pinturas são como portais no tempo, que nos permitem acessar um passado preservado naquele instante. Mas poucas vezes vemos algo tão literal quanto o trabalho do britânico Halley Docherty, que sobrepôs pinturas famosas sobre imagens obtidas no Google Street View, criando verdadeiras fendas temporais, janelas por onde é possível vislumbrar o passado em meio à modernidade. 

Ele costuma postar as montagens sob a alcunha de shystone na rede social Reddit e foi descoberto pelo jornal ‘The Guardian, ganhando fama na internet. Nas imagens vemos registros de Londres e de muitas outras cidades do mundo, como Veneza, Jerusalém e Tóquio.  

O rio Tâmisa com a Catedral de São Paulo, com original de Canaletto (1746).

O comércio e os peregrinos na entrada de um templo em Jerusalém. Pintura original de Gustav Bauernfeind (1886). 

Tradição e modernidade nas fotos combinadas de Tóquio. Obras originais de Utagawa Hiroshige (1856 e 1858, respectivamente). 

O Covent Garden Market, famosa área de prostituição de Londres na época da pintura original de Balthazar Nebot (1737). O mercado foi inaugurado posteriormente. 

A praça de São Marcos e o Grande canal na Sereníssima Veneza: simbiose entre passado e no presente. Pinturas originais de Francesco Guardi (1760-65) e Canaletto (1740). 

A moda no coração de Paris, ontem e hoje. Original de Jean Béraud (1889).

Mais uma ótima iniciativa que ajuda a resgatar o passado e mostrar como as paisagens urbanas foram alteradas nesses últimos dois séculos.

Fica a ideia para próprio Docherty ou para qualquer outro artista habilidoso na manipulação de foto: por que não propor o mesmo com as cidades do Brasil? Seria interessante observar o crescimento de cidades como São Paulo e acompanhar a realeza em meio ao caos no trânsito do Rio de Janeiro. 

Leia mais novidades sobre história, ciência e arte na página da página da Ciência Hoje On-line.


indypendenthistory:

Charles and Diana


indypendent-thinking:

Volkswagen’s concept car that travels by using magnetic force to float » Awesome!  (via Volkswagen floating car concept rides the streets of China | DVICE)


humornerdnews:

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9 pistas de pouso de dar medo

superimagem-megacurioso-93596163000481895_mega

Por mais seguros que sejam os voos, viajar de avião ainda assusta muita gente. Mas, ao contrário do que a fobia nos faz acreditar, as chances de…

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(via 500px / Thirsty zebra by Sabry Mason)



indypendentroyalty:

Prince Charles and Princess Diana bow to public demand and kiss on the balcony of Buckingham Palace after their wedding

(via Prince William and Kate Middleton’s royal wedding biggest since Charles and Diana | Mail Online)


cienciahoje:

Foto da semana: ‘Babilônia 3000 a.C.’

Uma cidade que saiu das lendas para entrar na história. Em 26 de março de 1899 começaram, próximo à região de Al Hillah, no atual Iraque, as escavações das ruínas da bíblica e lendária Babilônia, comandadas pelo arqueólogo alemão Robert Koldewey. Ao longo das duas décadas seguintes, a cidade foi aos poucos sendo revelada: seus palácios, sua grande via cerimonial, ruínas do que podem ter sido dois monumentos perdidos do mundo Antigo, seus famosos jardins suspensos e a caótica torre de Babel.

Uma das maiores fortificações urbanas da Antiguidade, a Babilônia foi uma cidade-Estado fundada no terceiro milênio a.C. Erguida às margens do rio Eufrates, situava-se no coração da Mesopotâmia, cerca de 80 km ao sul da moderna Bagdá, região que viu nascer e perecer diversos povos e impérios. A influência e o poder da cidade variaram muito ao longo dos milênios: sob o reinado de Hamurabi, por volta de 1.700 a.C, foi criado o primeiro código de leis de que se tem notícia, o código de Hamurabi – aquele mesmo da conhecida expressão ‘olho por olho, dente por dente’.

Cerca de mil anos depois, em outro período de crescimento imperialista, destaca-se a figura do rei Nabucodonosor II, o responsável pela construção dos famosos jardins suspensos, uma das ‘maravilhas’ do mundo Antigo. Segundo relatos um tanto vagos de historiadores do passado, a construção era formada por terraços construídos em andares e adornados com jardins botânicos que continham árvores, esculturas e cascatas. Eles dariam acesso direto ao palácio real e foram erguidos para satisfazer as vontades da esposa preferida de Nabucodonosor, saudosa dos campos e florestas de sua terra natal.

Leia mais sobre os jardins suspensos e sobre as outras maravilhas do mundo antigo:
http://pessoas.hsw.uol.com.br/sete-maravilhas-do-mundo-antigo2.htm
http://www.hsw.uol.com.br/framed.htm?parent=sete-maravilhas-do-mundo-antigo.htm&url=http://www.smithsonianmag.com/travel/sevenwonders.html

Entre as principais ruínas descobertas por Robert Koldewey estava uma que ele acreditava ser dos famosos jardins de Nabucodonosor. Porém, as evidências citadas pelo arqueólogo até hoje não convenceram os estudiosos e a busca pelo local exato da suntuosa e mítica maravilha continua.

Em dezembro de 2013, outro grupo alegou ter encontrado os restos dos jardins suspensos, numa área centenas de quilômetros ao norte da antiga cidade da Babilônia: http://noticias.terra.com.br/ciencia/pesquisadora-diz-ter-localizado-jardins-suspensos-da-babilonia,3b7ad0da51a82410VgnVCM10000098cceb0aRCRD.html 

Os jardins não teriam sido a única vista notável na Babilônia, uma cidade repleta de palácios reluzentes, mas com certeza foi um dos maiores prodígios de sua engenharia – mesmo às margens do Eufrates, levar a água do rio até os platôs não deve ter sido tarefa fácil. Além da engenharia e do direito, os babilônicos foram um povo avançado em áreas como a astronomia e a agricultura. Muito dessa rica cultura foi preservado em tábuas de barro cozido com a típica escrita cuneiforme.

Na Babilônia também foi elaborado o primeiro mapa-múndi de que se tem notícia: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2010/277/o-primeiro-mapa-mundi/

Entenda mais sobre a relação da astronomia com as civilizações da Mesopotâmia: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2009/266/qual-foi-a-primeira-civilizacao-que-se-dedicou-ao-estudo-do-sistema-solar 

Leia sobre a importância do desenvolvimento da escrita para o avanço do conhecimento: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/em-tempo/escrita-e-tecnologia 

Outra construção importante da Babilônia é o Etemenanki, ruína de uma grande torre construída no século 7 a.C pelo rei Nabopolassar e considerada por alguns a verdadeira Torre de Babel da mitologia. 

Leia mais sobre a relação entre Etemenanki e a Torre de Babel:
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ciencia/17601-para-pesquisador-inscricao-e-projeto-da-torre-de-babel.shtml

Leia mais sobre três outras grandes conquistas arqueológicas – as descobertas da tumba do faraó egípcio Tutancâmon, da pedra de Roseta e da cidade inca de Machu Pitchu: http://cienciahoje.tumblr.com/post/77411750852/  | http://on.fb.me/1h6uqcd | http://on.fb.me/14ZUQGs

Para algumas tradições religiosas, a cidade da Babilônia se tornou símbolo do excesso e do poder libertino – a Bíblia, por exemplo, possui diversas referências à cidade, literais e alegóricas. Por essa concepção, seus jardins suspensos e a Torre de Babel seriam grandes símbolos da arrogância e da luxúria da cidade.

Na década de 1980, Saddam Hussein, ao assumir o poder no Iraque, mandou ‘reformar’ o palácio dos reis babilônicos e inscrever nos novos tijolos a frase: ‘Época de Saddam Hussein, protetor do Iraque, que reconstruiu a civilização e reconstruiu a Babilônia’. A iniciativa foi muito criticada por comprometer as ruínas.

As guerras no Oriente Médio também ameaçam essa riqueza milenar: a recente invasão do Iraque danificou muitos sítios e somente no começo desta década foi dado início a um projeto de preservação e restauração dos mesmos, além da realização de novas escavações.

Leia mais sobre o tema: 
http://www.estadao.com.br/noticias/suplementos,a-nova-morte-de-babilonia,412855,0.htm
http://www.vice.com/pt_br/read/no-palacio-de-saddam  
http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2003/04/20/iraque-quer-apagar-a-memoria-da-quotbabiloniaquot-de-saddam.jhtm

Confira no sobreCultura uma conversa com o engenheiro-urbanista Carlos Fernando Delphim, que fala sobre jardins, cultura e história: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2012/293/fragmentos-do-paraiso  

Pesquisa sugere que febre do Nilo Ocidental teria sido responsável pela misteriosa morte do conquistador grego Alexandre, o Grande, que também ocorreu na Babilônia: http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/historia/o-inimigo-invisivel-de-alexandre-o-grande/

Na CH On-line: Arqueólogos podem ter encontrado o Portão de Plutão, uma porta para o ‘mundo inferior’, descrita em históricos textos gregos e romanos: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2013/04/o-portao-de-plutao

Confira a galeria completa da seção ‘Foto da semana’.

Leia mais novidades sobre arqueologia na página da Ciência Hoje On-line. 

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