







FELIZ 2015 PARA TODOS, QUE NESTE ANO O SENHOR PASSA OS ENCHER DE SAÚDE, PAZ, AMOR, ALEGRIA TUDO DE ÓTIMO, E MARIA OS CUBRA EM SEU MANTO E OS LIVRE DE TODO MAL, QUE SEJA UM ANO DE MUDANÇAS, E REALIZAÇÕES! FELIZ 2015!!!!!




Cabelo solto
Vento no rosto
O som ligado
Deus do meu lado
A paz no peito
A estrada è essa
Marcela Taís (via deuscuidademiim)
Os olhos do Senhor estão sobre os justos, e os seus ouvidos atentos ao seu clamor.
Salmos 34:15 (via oracaocoletiva)









Imagem da semana: ‘Sobre cometas e histórias’
Fora o Sol, os oito planetas do nosso sistema e o rebaixado Plutão, ele deve ser o astro celeste mais conhecido de todo o mundo: o famoso cometa Halley! Neste mês em que a humanidade finalmente conseguiu realizar pela primeira vez um pouso nesse tipo de corpo celeste (o do robô Philae, lançado pela sonda Rosetta), vamos relembrar a história do mais famoso de todos eles e de sua última passagem próximo à Terra, quando cruzou os céus em novembro de 1985.
O Halley foi o primeiro cometa a ser reconhecido como periódico, descoberta feita por Edmond Halley em 1696. Ele retorna às regiões interiores do Sistema Solar a cada 75-76 anos, aproximadamente, e sua órbita estende-se além da órbita de Netuno. A história de suas observações, no entanto, pode ser traçada até muito antes disso, com registros que remontam a 240 a.C.
As perspicazes observações de Edmond Halley comprovaram que as características do cometa coincidiam com as de supostos outros dois corpos celestes, descritos em 1531 por Pietrus Apianus e em 1607 por Johannes Kepler. O astrônomo concluiu que os três objetos correspondiam ao mesmo corpo celeste, que retornava periodicamente às cercanias da Terra. Assim, previu sua próxima passagem para o ano de 1757, mas não chegou a vê-lo novamente, pois faleceu 1742. Sua dedução, no entanto, foi quase certeira: o cometa que eternizou seu nome reapareceu em dezembro de 1758 (um pouco ‘atrasado’ devido ao efeito da gravidade de Júpiter e Saturno).
As últimas passagens do Halley por aqui, ambas no século passado, foram especiais: em 1910, pela primeira vez havia tecnologias de gravação e fotografia capazes de registrar o cometa, o que ajudou a criar sua fama mundial.
Cercado de expectativas em 1985/1986, o Halley ofereceu um espetáculo bem menor, devido à poluição luminosa e à interação dele com a radiação solar. Porém, foi a única passagem que ocorreu após o início da era espacial – por isso, foi também a primeira vez que pudemos estudá-lo mais de perto. A sonda Giotto, da Agência Espacial Europeia (ESA), proporcionou a primeira visão da estrutura da superfície do cometa e de sua cauda, que se estende por milhões de quilômetros. Estavam também planejadas duas missões com ônibus espaciais para a observação do cometa a partir da órbita da Terra, mas um acidente que levou à destruição do Challenger acabou cancelando os planos da Nasa.
O próximo periélio (período de maior aproximação do Sol) do Halley só ocorrerá em 2061 e será visível em praticamente todo o planeta. Quem sabe até lá o que será possível fazer para estudá-lo ainda mais profundamente? Talvez levemos poderosas sondas até lá, quem sabe até missões tripuladas, ou encontremos algum outro desafio científico instigante. Faltam 47 anos – e contando.
Em 2014, foi possível observar um espetáculo proporcionado pelo cometa: uma chuva de meteoros provocada pelos restos deixados pelo cometa em sua trajetória pelo Sistema Solar. Leia mais sobre o episódio: http://on.fb.me/1uSKD85
Conheça mais sobre a missão Rosetta, que estuda o cometa Churyumov-Gerasimenko e pousou um módulo robótico em sua superfície: http://cienciahoje.uol.com.br/blogues/bussola/2014/11/exploradora-de-cometas
Leia todas as novidades sobre a missão Rosetta e assista a um vídeo simplesmente incrível produzido pela ESA sobre a missão: http://on.fb.me/11BXiFT
Em 2013, tivemos a passagem de outro cometa pelas cercanias da Terra, o ISON. Apelidado de ‘cometa do século’, foi uma frustração, já que se desintegrou antes de apresentar o espetáculo que se esperava: http://on.fb.me/ZermWp
Estudos de exoplanetas e simulações computacionais mostram que vida pode ter se desenvolvido há cerca de 11 bilhões de anos e ter sido levada a diferentes galáxias: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/2014/318/quando-a-vida-surgiu-no-universo/
Cientistas analisam o jogo de bilhar do espaço e mostram que crateras produzidas por cometas ou asteroides ajudam a entender o passado da Terra: http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2005/218/impactos-o-jogo-de-bilhar-no-espaco/
Quais foram as mais importantes descobertas dos últimos tempos realizadas nas cercanias de nosso planeta? http://cienciahoje.uol.com.br/noticias/2014/06/o-que-ha-de-novo-sistema-solar/
Colunista trata de um tema controverso: a hipótese de que os dinossauros poderiam não ter desaparecido se o asteroide ou cometa tivesse caído pouco antes ou depois da época em que caiu: http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/cacadores-de-fosseis/o-que-aconteceu-com-os-dinossauros/
Descubra qual foi a primeira descoberta de um cometa feita do Brasil: http://on.fb.me/1yrRBGZ
Leia sobre o fim dos ônibus espaciais: http://on.fb.me/1zcb4e5
Descubra o que foi o incidente em Tunguska: queda de asteroide/cometa ou visita alienígena? http://on.fb.me/123Rju7
Leia sobre a descoberta dos primeiros exopanetas: http://on.fb.me/123QVMe
Confira a galeria completa de nossas “Imagens da Semana”.
Leia mais novidades sobre astronomia e história na página da Ciência Hoje On-line.









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