

Fotógrafo registra única menina a caçar com águia-dourada na Mongólia. http://folha.com/no1441428
Foto: Asher Svidensky/Caters News


A teary-eyed Neil Armstrong photographed by Buzz Aldrin just moments after being the first person to ever step foot on the moon. – Imgur

Ronald Reagan // AKA Ronald Wilson Reagan Born: 6-Feb-1911 Birthplace: Tampico, IL Died: 5-Jun-2004 Location of death: Los Angeles, CA Cause of death: Pneumonia (via Ronald Reagan Photos)

Além do topo do mundo
Parece que o homem está se preparando para ficar um pouco mais perto dos céus. Calma leitor, estamos falando da construção da Kingdom Tower, prédio que pretende se tornar o mais alto arranha-céu do mundo, com inacreditáveis mil metros de altura – isso mesmo, você não leu errado: um quilômetro inteiro para o alto!
A construção será bancada pelo ouro negro do Oriente Médio: a Kingdom Tower será construída em Jeddah, na Arábia Saudita. A obra ambiciosa pretende superar de longe o maior arranha-céu existente hoje, o Burj Khalifa, que se localiza nos Emirados Árabes e tem 828 metros de altura.
Nos últimos anos, o processo de construção do prédio tem despertado dúvidas e o começo das obras foi adiado algumas vezes. Com as obras de fundação já em andamento, no entanto, parece que agora a coisa vai – a data oficial do início da construção do arranha-céu está marcada para 27 de abril. O projeto irá custar mais de 1 bilhão de dólares e será realizado pelas companhias britânicas EC Harris e Mace. O prédio será o centro de uma nova área de Jeddah, a Kingdom City, cujo custo total será de mais de 20 bilhões.
Vale destacar que o projeto original era ainda mais ousado: pretendia atingir mais de 1,5 km – mas a geologia da área arenosa impossibilitou a obra. Mesmo reduzido, o prédio ainda representa um enorme desafio de engenharia.
Por exemplo, ninguém sabe ainda como será possível bombear concreto à altura necessária para sua construção (serão usados meio milhão de metros cúbicos de concreto e 80 mil toneladas de aço para erguer sua estrutura) ou como os elevadores do prédio funcionarão, já que os equipamentos atuais dificilmente conseguirão cobrir a distância necessária. Se tudo der certo, tais questões serão respondidas, na prática, em breve.
Leia mais novidades sobre engenharia na página da Ciência Hoje On-line.

Christian Lebanese women, members of Kataeb Phalangist party, train with weapons on Sept. 9, 1976
(via http://www.npr.org/blogs/pictureshow/2013/01/25/170177873/a-brief-history-of-women-in-combat)

A dança das yaôs abre um ritual secreto em municípios do interior da Bahia como Cachoeira, São Feliz, Cruz das Almas e Muritiba onde se pratica o candomblé de escravo. Os terreiros operam rigorosamente com os primeiros candomblés no Brasil. http://uol.com/bddzxr
Foto: Alex Almeida

Além do topo do mundo
Parece que o homem está se preparando para ficar um pouco mais perto dos céus. Calma leitor, estamos falando da construção da Kingdom Tower, prédio que pretende se tornar o mais alto arranha-céu do mundo, com inacreditáveis mil metros de altura – isso mesmo, você não leu errado: um quilômetro inteiro para o alto!
A construção será bancada pelo ouro negro do Oriente Médio: a Kingdom Tower será construída em Jeddah, na Arábia Saudita. A obra ambiciosa pretende superar de longe o maior arranha-céu existente hoje, o Burj Khalifa, que se localiza nos Emirados Árabes e tem 828 metros de altura.
Nos últimos anos, o processo de construção do prédio tem despertado dúvidas e o começo das obras foi adiado algumas vezes. Com as obras de fundação já em andamento, no entanto, parece que agora a coisa vai – a data oficial do início da construção do arranha-céu está marcada para 27 de abril. O projeto irá custar mais de 1 bilhão de dólares e será realizado pelas companhias britânicas EC Harris e Mace. O prédio será o centro de uma nova área de Jeddah, a Kingdom City, cujo custo total será de mais de 20 bilhões.
Vale destacar que o projeto original era ainda mais ousado: pretendia atingir mais de 1,5 km – mas a geologia da área arenosa impossibilitou a obra. Mesmo reduzido, o prédio ainda representa um enorme desafio de engenharia.
Por exemplo, ninguém sabe ainda como será possível bombear concreto à altura necessária para sua construção (serão usados meio milhão de metros cúbicos de concreto e 80 mil toneladas de aço para erguer sua estrutura) ou como os elevadores do prédio funcionarão, já que os equipamentos atuais dificilmente conseguirão cobrir a distância necessária. Se tudo der certo, tais questões serão respondidas, na prática, em breve.
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E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José?
e agora, Você?
Você que é sem nome,
que zomba dos outros,
Você que faz versos,
que ama, protesta?
e agora, José?Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José?E agora, José?
sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio, – e agora?Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora?Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse,
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José!Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja do galope,
você marcha, José!
José, para onde?

Tintas do tempo
Muitas fotografias e pinturas são como portais no tempo, que nos permitem acessar um passado preservado naquele instante. Mas poucas vezes vemos algo tão literal quanto o trabalho do britânico Halley Docherty, que sobrepôs pinturas famosas sobre imagens obtidas no Google Street View, criando verdadeiras fendas temporais, janelas por onde é possível vislumbrar o passado em meio à modernidade.
Ele costuma postar as montagens sob a alcunha de shystone na rede social Reddit e foi descoberto pelo jornal ‘The Guardian’, ganhando fama na internet. Nas imagens vemos registros de Londres e de muitas outras cidades do mundo, como Veneza, Jerusalém e Tóquio.
O rio Tâmisa com a Catedral de São Paulo, com original de Canaletto (1746).
O comércio e os peregrinos na entrada de um templo em Jerusalém. Pintura original de Gustav Bauernfeind (1886).
Tradição e modernidade nas fotos combinadas de Tóquio. Obras originais de Utagawa Hiroshige (1856 e 1858, respectivamente).
O Covent Garden Market, famosa área de prostituição de Londres na época da pintura original de Balthazar Nebot (1737). O mercado foi inaugurado posteriormente.
A praça de São Marcos e o Grande canal na Sereníssima Veneza: simbiose entre passado e no presente. Pinturas originais de Francesco Guardi (1760-65) e Canaletto (1740).
A moda no coração de Paris, ontem e hoje. Original de Jean Béraud (1889).
Mais uma ótima iniciativa que ajuda a resgatar o passado e mostrar como as paisagens urbanas foram alteradas nesses últimos dois séculos.
Fica a ideia para próprio Docherty ou para qualquer outro artista habilidoso na manipulação de foto: por que não propor o mesmo com as cidades do Brasil? Seria interessante observar o crescimento de cidades como São Paulo e acompanhar a realeza em meio ao caos no trânsito do Rio de Janeiro.
Leia mais novidades sobre história, ciência e arte na página da página da Ciência Hoje On-line.

Volkswagen’s concept car that travels by using magnetic force to float » Awesome! (via Volkswagen floating car concept rides the streets of China | DVICE)
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9 pistas de pouso de dar medo
Por mais seguros que sejam os voos, viajar de avião ainda assusta muita gente. Mas, ao contrário do que a fobia nos faz acreditar, as chances de…

























A praça de São Marcos e o Grande canal na Sereníssima Veneza: simbiose entre passado e no presente. Pinturas originais de Francesco Guardi (1760-65) e Canaletto (1740). 




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